Ata do Conselho Fiscal – 31 de Março de 2015

A ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL DA COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS MAGISTRADOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO LTDA. MAGICREDI-RJ REALIZADA NO DIA 31 DE MARÇO DE 2015.

Aos trinta e um (31) dias do mês de março de 2015, às 11:00 horas, reuniu-se na sede da Cooperativa de Crédito dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro, o Conselho Fiscal da MAGICREDI-RJ. Presentes à reunião o Des. Rogerio de Oliveira Souza, Des. Albano de Mattos Correa, membros efetivos do Conselho Fiscal, Des. João Batista Damasceno, membro suplente, Des. Newton Paulo Azeredo da Silveira, membro suplente em substituição ao Des. Agostinho que justificou sua ausência, Des. Antônio Carlos Esteves Torres, Auditor Interno, a Supervisora Geral Dra. Rosângela S.S. Luna Freire, e o Contador, Sr. Luiz Henrique dos Santos. O Des. Rogério, os demais Conselheiros presentes e o Auditor Interno ressaltam a política conservadora adotada pela instituição e recomendam que este particular seja exaustivamente divulgado, incluindo-se no comunicado os algarismos operacionais alcançados.

 

MAGICREDI  – Dados relativos ao mês de Fevereiro/2015

 Comparativo ao mês 01/2015

a) Montante das aplicações e recursos em espécies;

                                                                                                                          

                                    Caixa                                   1.500,00
Disponibilidade           Bancos                                22.911,61                   24.411,61

                                                             

                                     Itaú PP CP                        965.600,29
                                     CEF FIC                            –
Investimento                 Poupança CEF                 9,80 
                                     OP. Compromissadas     –
                                     Bradesco CP                      2.496.806,52        3.462.416,61  
Reserva Técnica ……………………………………  ……………           3.486.828,22     + 19,10%

– Rendimento da Reserva Técnica no mês (taxa média 0,82%)  –       23.425,12  

b) Montante dos créditos a receber                                   

Carteira de Crédito ………………………………………………   16.618.606,76      – 1,38%
(-)Juros a receber…………………………………………………..    4.065.800,73     -1,52%
                                                 Líquido ………                         12.384.815,18      -2,41% 

c) Classificação de Risco da Carteira de Crédito                            

                                   02/2015                                 01/2015                                Risco

             Nível A   12.384.815,18    100%           12.694.150,34      100%          0,50%       
              Total …  12.384.815,18    100%           12.694.150,57      100%

d) Total do que se deve aos aplicadores.

 Recursos de Terceiros – Depósitos a Prazo ……………..   10.598.699,64     +  2,68%  

(-)Juros a pagar…………………………………………………….       685.541,51     +  13,58%

                                                  Líquido…………………………..  9.912.850,00      + 2,00%                                                                                                                                   

e) Total do que se deve em cotas aos associados.

Cotas de Capital ……………………………………………………….. 5.106.054,55   + 1,10%

Sócios Fundadores (Capital Inicial)…..          7.962,00

Cotas Integralizadas + Capitalizações…  5.098.092,55       

 

Relatório Mensal

Na comparação com o mês de janeiro de 2015 e considerando a performance no decorrer do período, pontuamos os itens de maior relevância:

Disponibilidades – As disponibilidades, somatório dos recursos em espécie, em caixa e bancos, encerraram o mês com o montante de R$24.411,61;

Reserva Técnica – O somatório das aplicações financeiras acrescido das disponibilidades totalizou R$3.486.828,22:

a)     Os recursos captados e os reinvestimentos totalizaram R$714.793,04;

b)     As amortizações e liquidações antecipadas somaram R$1.181.372,82;

c)     Os resgates atendidos no mês atingiram R$588.429,98;

d)     As liberações de novos empréstimos e os refinanciamentos somaram R$563.593,30;

e)     Valor líquido liberado para atender a carteira de crédito – R$402.000,00;

f)     Total de juros recebidos R$219.883,62;

g)     Total de juros pagos R$78.133,57;

h)    O resultado operacional líquido foi de R$141.750,05.

A ponderação da movimentação financeira, entradas e saídas de caixa, Fluxo de Caixa da Atividade Operacional ficou positiva. A diferença entre as entradas e saídas de recursos foi de R$559.248,29.

Carteira de Crédito – A carteira vem se ajustando de acordo com as disponibilidades do fluxo de caixa. A carteira estrategicamente apresentou decrescimento de -1,38%, por conta do maior volume emprestado no mês anterior. O volume emprestado no período totalizou R$2.770.148,23. O nível do risco de crédito permaneceu inalterado, sem inadimplência, mantendo o indicativo de risco no “Nível A”, tudo para a manutenção do equilíbrio da reserva técnica.

Recursos de Terceiros – O fluxo de recursos de terceiros, diferença entre os investimentos de novos colaboradores e os resgates de aplicações, fechou positivo em R$126.363,06. O nível dos recursos investidos variou em + 2,68%.

Cotas de Capital – A movimentação da conta “Capital Social” foi positiva em 1,10%, com maior volume de cotas integralizadas.

Estratégia Operacional – Continuamos observando o comportamento das taxas de juros nos mercados futuros. Seguimos com a alocação em juros prefixados ao nível do ponto neutro. Ou seja, com a escalada do Dólar no cenário externo e interno, bem como a já esperada alta do IPCA, por conta dos ajustes das tarifas e dos preços represados, seguimos nos referenciando nas taxas Selic e CDI. Mantemos equitativa a nossa política, utilizando, sempre, o critério de salvaguarda inarredável consistente na diminuição possível do universo do risco. Garantindo assim a competitividade de mercado, sem contudo deixar de beneficiar os nossos colaboradores (quotistas e investidores).

Resultado Operacional – Mantida a capacidade operacional, verificada na comparação entre as receitas e obrigações com pagamento de juros. A receita de juros, embutida nas operações de crédito, totalizou R$4.004.038,63, enquanto a despesa com captação (juros a pagar) somou R$685.541,51.

Nossa Carteira de Crédito, bastante conservadora, continua performando positivamente. No mês, à taxa média de retorno da carteira de crédito foi de 1,82% e a ponderação da receita operacional líquida fechou em 1,17%am, superando o benchmark sugerido, Taxa DI de 0,82%am, respectivamente em 107,43% e 48,57%.

Resultado do Período – As sobras brutas levantadas em 28 de FEVEREIRO de 2015,  totalizaram R$82.835,66.

Nada mais havendo, apreciadas as contas pelo Auditor Interno, foi aprovado o balancete do mês de fevereiro, determinando-se o encerramento deste ato, com a lavratura da ata, que vai assinada por todos os participantes.

Rio de Janeiro, 31 de março de 2015.

 

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   DES. ROGÉRIO DE OLIVEIRA SOUZA                               DES. ALBANO MATTOS CORRÊA

  

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DES. NEWTON PAULO AZEREDO DA SILVEIRA        DES. ANTÔNIO CARLOS ESTEVES TORRES

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DES. ANTÔNIO CARLOS ESTEVES TORRES

 

 

 

 




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